Com a decisão de Motta, esse destaque foi rejeitado. A manobra dá mais segurança ao presidente da Câmara em rejeitar ou aprovar propostas, já que não é preciso atingir um quórum mínimo, e parlamentares não ficam expostos às críticas por votar ou rejeitar determinada matéria. Agora, os parlamentares deverão votar o texto apresentado pelo relator, Leo Prates (Republicanos-BA).













