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Copa Solidária tem início com pré-torneio, na Arena Amadeu Teixeira

Neste ano, 84 atletas amadores vão participar da competição principal que começa no dia 13 de outubro

Manaus – Começa no domingo (4) a temporada 2019 de competições da Copa Solidária Pedro Pantoja, a Copa Solidária, campeonato que tem como objetivo arrecadar mantimentos para 14 instituições de caridade da capital. Neste ano, 84 atletas amadores vão participar da competição principal que começa no dia 13 de outubro. Para aquecer, os próximos três domingos serão de competições em busca do título da Copinha, torneio que antecede os jogos principais e vai angariar itens de higiene para o Abrigo Oasis, local de acolhimento de venezuelanos.

As partidas vão ocorrer na Arena Amadeu Teixeira, na zona centro-sul de Manaus, e os jogos começam a partir das 13h. Neste primeiro domingo, estão previstos sete jogos definidos por sorteio pela coordenação. As instituições foram definidas ao longo do ano pelos sextetos, também formados de forma aleatória cumprindo um nivelamento que vai de dois (jogador iniciante) até cinco (jogador de alta potência). Além disso, todos os times possuem uma atleta do sexo feminino que, pelo regulamento, deve jogar um set por partida.

As instituições que serão representadas em 2019 são: Abrigo Oasis, Abrigo Moacyr Alves, Nacer, Casa Andréa, Casa de Sara, Casa da Criança, Instituto Abílio Pontes, Abrigo Monte Salém, Grupo Raio de Sol, Instituto Rebeca, Casa do Idoso São Vicente, Renascer, LACC, Lar Batista Janell Doyle e Abrigo Monte Salém.

Pontuação

Ainda no domingo, cada uma das 14 equipes terá a chance de pontuar enfrentando um adversário, e as quatro melhores se classificam automaticamente para as quartas de final. Sobram dez equipes, que farão outros cinco jogos no dia 11 de agosto e criarão uma nova classificação. Sendo assim, quatro times se classificam e disputam com os vencedores do dia 4 uma vaga nas semifinais. As semis e a final da Copinha acontecem no dia 18 de agosto.

O coordenador da Copa Meninos do Vôlei Pedro Pantoja, Rodrigo Athayde, afirma que 2019 será o ano com o maior número de instituições desde o surgimento do torneio, em 2012. É o ano também de combate à intolerância e ao feminicídio: dos 84 atletas inscritos, 90% deles são LGBT, mostrando paixão do público pelo esporte e vontade de fazer parte da ação social.

“Estamos muito satisfeitos com o envolvimento das pessoas, até porque é um torneio onde todos são amigos. É um campeonato que nasceu da ideia do fundador, o querido amigo Pedro Pantoja, e está ganhando muita relevância para a cidade. Temos instituições que realizam trabalhos diferenciados e nossa intenção é divulgar ainda mais esse projeto”, disse ele.

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