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Quadrilha de narcos da tríplice fronteira lavava dinheiro em Manaus

Uma quadrilha internacional de narcotraficantes, com três colombianos e oito brasileiros, especializada no transporte de grandes carregamentos de cocaína da tríplice fronteira de Brasil, Colômbia e Peru, montou esquema de lavagem de dinheiro em Manaus.

Em maio deste ano, a operação Arcanjo, da Polícia Federal, prendeu membros dessa organização criminosa em um hotel de propriedade do chefe dos narcos, o colombiano Roberto Marulanda Hernandez, no centro da capital do Amazonas.

Uma das atividades da quadrilha era a lavagem de dinheiro no esquema montado em Manaus.

Nas investigações, com interceptações telefônicas, a Polícia Federal descobriu os crimes e o modus operandi do grupo, além da identidade e das funções dos integrantes.

Entre essas revelações está a de que a quadrilha interagia com outros grupos organizados no Brasil, Peru e Colômbia.

O Ministério Público Federal (MPF) no Amazonas divulgou neste dia 1º que os narcos estão sendo denunciados à Justiça Federal por diversos crimes.

Segundo a denúncia, pelo menos entre maio de 2017 e o fim de 2018 foram constatadas várias dessas atividades do grupo criminoso.

A quadrilha usava tecnologias para dificultar a investigação, se falava com linguagem cifrada e códigos, trocava constantemente os celulares, de IMEI (código numérico único e global que identifica celulares internacionalmente), de chips e até dos CPF cadastrados como titulares das linhas telefônicas.

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