Estudo em camundongos obesos associou compostos da maçã a efeitos na microbiota intestinal. Pesquisa publicada em 2014 na revista “Food Chemistry” analisou compostos de sete tipos de maçãs e observou um efeito benéfico sobre bactérias intestinais; os autores apontam que isso pode abrir caminho para estratégias de prevenção da obesidade em humanos.
Fibras da maçã podem ajudar quem tem refluxo. Elas formam um gel com atuação na proteção da mucosa gástrica e comer a fruta após uma refeição ou antes de dormir pode ajudar a neutralizar o ácido do estômago e aliviar sintomas do refluxo.
Antioxidantes e vitaminas da maçã também entram na conta. A fruta tem quercetina, associada à redução de morte celular ligada à oxidação e inflamação de neurônios, além de vitaminas do complexo B, vitamina C e ácido fosfórico, que ajudam a proteger o sistema nervoso.
Como consumir para aproveitar melhor
Uma maçã por dia é descrita como quantidade suficiente. A recomendação é consumir a fruta in natura e com casca para aproveitar melhor os nutrientes.
Suco de maçã não entrega o mesmo efeito de saciedade. Ao bater e coar a fruta, parte importante das fibras se perde, e os benefícios citados ficam reduzidos.













