A Alemanha, por exemplo, vinha de duas eliminações consecutivas e traumáticas na fase de grupos, em 2018 e 2022. No Mundial do Brasil, em 2014, três gigantes se despediram precocemente: Espanha, Inglaterra e Portugal. Em 2010, na África do Sul, foi a vez da França protagonizar o vexame de voltar para casa mais cedo.
Em 2026, o cenário foi de absoluta regularidade para o primeiro escalão: Brasil, Alemanha, Holanda, Bélgica, Espanha, França, Argentina e Inglaterra avançaram de fase na liderança isolada de seus respectivos grupos. Portugal foi a única entre as grandes potências que se classificou na segunda posição de sua chave, ficando atrás da Colômbia no Grupo K, mas ainda assim passou sem correr riscos.
Uruguai foi a única seleção que já ganhou Copa (duas vezes, em 1930 e 50) a cair na fase de grupos. Apesar da tradição, a Celeste, que perdeu a vaga para a surpresa Cabo Verde, não figurava na lista dos principais favoritos ao troféu.

A Copa para os mais humildes
O regulamento também abriu as portas para que um número maior de equipes sem tradição fizesse história ao superar a primeira fase. Em 2026, Egito, Costa do Marfim, Canadá e RD do Congo asseguraram uma vaga inédita para os confrontos eliminatórios.













