Um terço das cidades da Grande SP registra alta de casos de SRAG, apesar de queda de 28% na região


Segundo a diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo, Tatiana Lang D’Agostini, não há um único fator capaz de explicar esse crescimento localizado. O aumento pode estar relacionado a diferentes aspectos, como densidade populacional na região, circulação de vírus específicos em determinadas áreas, baixas temperaturas e também a cobertura vacinal.



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