André Esteves diz que consertar economia ‘é moleza’ e que quem for presidente em 2027 vai encontrar país ‘arrumadinho’


André Esteves, presidente do Conselho de Administração do BTG Pactual, avalia que o Brasil precisa conter o crescimento dos gastos públicos, mas acredita que quem for eleito em outubro para o próximo mandato presidencial encontrará um país “arrumadinho” e “fácil de resolver”.

A afirmação foi feita neste sábado (23) em painel do Fórum Esfera, que contou também com participação de Aloizio Mercadante, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e Bruno Dantas, ministro do Tribunal de Contas da União.

— Quem quer que seja eleito em janeiro vai pegar um país arrumadinho, fácil de resolver. E eu acho que a gente precisa fazer uma última milha. Não é de corte de gastos, fim de programas sociais, não precisa de nada disso. Tem três, quatro medidas simples de contenção do crescimento de gasto — afirmou ele.

Esteves fundamentou a visão de um país com boas condições ao comparar os inícios dos governos de Fernando Henrique Cardoso (1994) e de Lula (2002), épocas em que os presidentes assumiram, segundo o banqueiro, uma “terra arrasada” com hiperinflação, desemprego alto, falta de reservas cambiais e crises bancárias.



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