
Antes mesmo de Neymar entrar em campo pela primeira vez nesta Copa do Mundo, Carlo Ancelotti já havia dado um recado importante sobre a condução da seleção brasileira. Na vitória por 2 a 1 sobre o Japão, que garantiu a classificação às quartas de final, o camisa 10 ficou os 90 minutos no banco de reservas por decisão técnica, apesar de estar liberado para atuar.
Era um dos principais questionamentos desde que Neymar foi convocado. Se estivesse em condições, Ancelotti teria força para deixá-lo sem jogar? Cederia à pressão da torcida, da expectativa criada em torno da volta do principal jogador brasileiro ou ao peso que o camisa 10 sempre exerceu na seleção?
A resposta veio em Houston, cidade em que o Brasil garantiu a passagem para as oitavas de final, fase na qual irá enfrentar o vencedor do duelo enfrente Costa do Marfim e Noruega, que ocorre hoje.













