“Temos memória, lembramos do que aconteceu, mas é uma semifinal de Copa do Mundo. Não estou aqui para colocar combustível nesse jogo. Que culpa têm os jogadores ingleses de hoje ou a torcida? Estamos errados se misturarmos as coisas, ainda mais neste mundo de hoje”, afirmou.
O técnico também lembrou o histórico entre as seleções, especialmente o duelo das quartas de final da Copa de 1986, decidido por Diego Maradona, mas tratou de falar mais do histórico golaço de seu compatriota, quando ele arrancou do meio-campo driblando meio time inglês, tentando deixar de lado ‘La Mano de Dios’.
“Todos lembram daquele jogo. O segundo gol do Diego vai ficar para sempre no coração de qualquer amante do futebol”, completou.
Sobre a equipe, Scaloni manteve mistério. Disse que já definiu a escalação, mas ainda não comunicou aos jogadores. Também não descartou mudanças para enfrentar a Inglaterra. Na conquista do título de 2022, ele ficou marcado por mudar muito a escalação inicial de uma partida para a outra.
O treinador elogiou a qualidade dos ingleses, com destaque para Jude Bellingham e Harry Kane, e afirmou que a Argentina precisará recuperar sua melhor versão com a bola.
“Precisamos voltar a jogar futebol. A entrega e a vontade nunca faltaram, mas temos que recuperar o controle da bola, que sempre foi nossa principal característica.”
Scaloni também minimizou o desgaste físico da equipe e disse que o momento compensa qualquer cansaço. “Em uma semifinal, a fadiga fica em segundo plano. Se alguém não estiver em condições, não joga.”













