As outras seleções melhoraram muito, o futebol evoluiu de uma maneira como a gente sempre fala, a forma de formar jogadores, de montar equipes. Evoluiu de uma maneira que todo mundo ficou muito igual e isso é em todo tipo de futebol, futebol de seleções, futebol de clube. A diferença entre ganhar, perder, empatar, ser o melhor, ser o pior, ela é muito curta, ela é muito fina. Danilo
“O Brasil está na primeira fileira, sim, sempre vai estar, só se acontecer um desastre muito grande e parar de produzir jogador como a gente produz”, disse Danilo. “Só se a gente for muito amador e pouco inteligente na maneira de conduzir os nossos jogadores e tratar a nossa seleção, porque é muita gente nascendo a cada dia com muita qualidade e a gente tem uma geração que muitas vezes as pessoas falam, é uma geração que não é boa. Pô, brincadeira, cara, com tanta qualidade, tanta gente boa que você tem aí.”
Não acho que o Brasil mudou de patamar não, o Brasil continuou na primeira fileira, obviamente isso foi construído não por mim nem pelos jogadores que estão aqui, tem uma galera atrás que precisa ser respeitada e foi quem construiu esse status, essas conquistas, essas cinco estrelas que a gente tem no peito, nossa obrigação é tentar o máximo possível honrar isso e se a gente tiver a possibilidade, com muita entrega, com muito espírito de sacrifício, conseguir colocar mais uma estrelinha na camisa seria maravilhoso. Danilo
Time para sexta “70% definido”
Danilo não cravou qual o time titular do Brasil para o jogo de sexta, contra o Haiti. No treino mais cedo, ele esteve na formação testada diante dos jornalistas, como lateral-direito.
Todo time existe um núcleo duro, onde existem ali seis, sete, oito jogadores, os titulares e que jogam sempre. E existem três, quatro jogadores que estão sempre em uma rotação com base no jogo, no adversário e na estratégia. Isso é o que se faz no futebol de hoje em dia, num futebol moderno em que as estratégias mudam de acordo com o adversário sempre”, disse.













