Trata-se de um fundo do segmento conhecido como lajes corporativas, ou seja, prédios de escritório de alto padrão. O BROF11 possui apenas dois edifícios, um em São Paulo e outro no Rio de Janeiro.
Dos 20,33% de retorno que teve no semestre, 13,65% vieram da valorização do preço das cotas na Bolsa. O retorno com proventos foi de 6,68%.
A cota do BROF11 já vinha em uma trajetória de forte alta desde o ano passado, quando avançou 31,16% (sem contar os proventos). Por outro lado, em 2024, quando o Ifix caiu 6%, o BROF11 despencou 28,6%.
RZAT11: 218% do CDI
O fundo negociado pelo código RZAT11, o Riza Arctium, é do segmento de logística, mas tem uma atuação um pouco diferente dos seus pares. Em vez de apenas manter imóveis no seu portfólio e receber os aluguéis, ele tem uma estratégia ativa de compra e venda, com o objetivo de gerar maiores retornos.
Seus gestores fazem operações como “sales & leaseback” (compra de imóvel e locação para o antigo proprietário), “built to suit” (construção ou reforma sob medida para um inquilino específico) e até a desmobilização pura, que é a venda do ativo para gerar lucro ou caixa.













