“Pode ser que ela ache mais barato produzir lá e importar”, disse Calvet. Para ele, esse movimento tende a levar a matriz a desinvestir no Brasil.
O executivo considera que haverá uma rápida avaliação pelas montadoras de seu plano de investimento. Juntas, elas anunciaram R$ 140 bilhões em suas plantas para veículos elétricos e híbridos.
A BYD obteve incentivos fiscais para montar sua fábrica em Camaçari (BA), mas diz que os planos atrasaram e, por isso, ainda precisa importar veículos montados e desmontados enquanto conclui o projeto.
A montadora tentava, desde a segunda-feira (15), reverter uma decisão do governo e reativar as cotas de importação de veículos elétricos livres de impostos, que expiraram em janeiro.
Como noticiou o UOL, o movimento da fabricante chinesa culmina com uma ação iniciada em 20 de maio, quando Tyler Li, presidente da BYD no Brasil, foi com o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT) , para uma audiência com o vice-presidente Geraldo Alckmin, ministro do Mdic (Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior).
Pessoas que participaram da reunião afirmam que a BYD foi enfática ao pedir a retomada da isenção das cotas.













