A agência de notícias iraniana Fars informou que “mais de uma dúzia de membros da equipe de apoio esportivo e médico da seleção” tiveram os vistos negados, assim como o presidente da Federação Iraniana de Futebol, Mehdi Taj, ex-comandante da Guarda Revolucionária Islâmica.
O Irã foi um dos primeiros países a se classificar para a Copa do Mundo, mas sua participação passou a ser questionada após o início dos ataques aéreos israelenses e americanos contra o país em 28 de fevereiro.
A incerteza em relação à concessão dos vistos obrigou a seleção iraniana a transferir sua base de treinamento de Tucson, no Arizona, para Tijuana, no México, onde a equipe deve chegar amanhã.
A estreia da seleção iraniana está marcada para 15 de junho, em Los Angeles, contra a Nova Zelândia. O segundo jogo do Irã também está marcado para Los Angeles, contra a Bélgica, no dia 21 de junho, antes da partida final em Seattle contra o Egito, no dia 27 de junho.
A seleção do Irã viaja para a Espanha hoje e para o México no domingo. Na quinta-feira, ela bateu o Mali por 2 a 0, em um amistoso a portas fechadas, em Antalya, na Turquia, país onde a equipe iraniana fez sua preparação.
Novos ataques
Poucas horas depois de confirmar que receberiam os jogadores iranianos, os Estados Unidos anunciaram novos ataques aéreos contra o Irã, apesar do cessar-fogo que, teoricamente, estava em vigor desde 8 de abril.













