O que é rope jumping; modalidade radical em que mulher morreu lançada sem corda em São Paulo


A morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, após ser lançada sem a corda de segurança durante um salto em Limeira, no interior de São Paulo, colocou em evidência uma modalidade pouco conhecida do grande público: o rope jumping. A jovem participava da atividade na chamada Ponte do Esqueleto quando, segundo relatos de testemunhas à Polícia Militar, foi lançada sem estar conectada ao equipamento de segurança. Ela caiu de uma altura de cerca de 40 metros e morreu no local. O caso é investigado pela Polícia Civil.

Apesar de muitas vezes ser confundido com o bungee jump, o rope jumping funciona de forma diferente. Na modalidade, o praticante salta de locais elevados, como pontes, viadutos, prédios ou paredões rochosos, preso a cordas de escalada conectadas a um sistema de ancoragem. Ao contrário do bungee jump, que utiliza cordas elásticas, o rope jumping emprega cordas com pouca elasticidade, permitindo uma sensação mais longa de queda livre antes da desaceleração.

Uma das principais características do esporte é o chamado “efeito pêndulo”. Em vez de sofrer apenas uma desaceleração vertical, o participante passa a descrever um movimento pendular após a queda, semelhante ao de um balanço gigante. Por isso, a modalidade é frequentemente descrita como uma experiência que transforma o praticante em um “pêndulo humano”.

Segundo especialistas e entidades ligadas aos esportes de aventura, a prática exige planejamento técnico rigoroso, com cálculos sobre altura, distância, resistência dos equipamentos e posicionamento dos pontos de ancoragem. Todo o sistema precisa ser montado para absorver a energia da queda de forma segura.



Source link

Compartilhe nas Redes

últimas noticias