Amazonas é o 12º do ranking em investimento chinês no Brasil em 2025


O Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC) divulgou que o Brasil assumiu a primeira colocação do ranking global de investimentos da China em 2025. Entre os estados brasileiros que receberam aportes, o Amazonas ocupa a 12ª posição com a manutenção de 11 projetos do país asiático entre 2007-2024.

No mesmo período, São Paulo liderou o ranking com 151 projetos, seguido por Minas Gerais com 55, Goiás com 26, Bahia com 24, Pará e Rio de Janeiro, ambos com 21.

No Amazonas, o destaque é a produção pela marca JOVI de smartphones na Zona Franca de Manaus (ZFM) em parceria com a fabricante brasileira GBR Componentes.

A gigante chinesa vivo Mobile – não tem relação com a operadora Vivo, do Brasil – criou a marca JOVI para atuar exclusivamente no mercado brasileiro. A empresa começou a produção em janeiro de 2025.

Outro investimento é da BYD na sua fábrica de baterias de fosfato de ferro-lítio (LFP) na ZFM para abastecer a frota nacional de ônibus elétricos.

Segundo a CEBC, em termos regionais, o Sudeste seguiu liderando a atração de projetos chineses no Brasil, com 32,5% de participação em 2025, seguido pelo Norte, com 26,7% – sua melhor posição na série histórica.

O Centro-Oeste e o Sul tiveram fatias de 14% cada um, enquanto o Nordeste ficou com 12,8%.

Os investimentos chineses abrangeram 20 estados brasileiros em 2025, seis a mais do que em 2024 e o maior número registrado desde o início da série histórica.

Investimentos

Em 2025, os chineses investiram no Brasil US$ 6,1 bilhões distribuídos em 52 projetos, crescimento de 45% em valor e 33% em número de empreendimentos em relação ao ano anterior.

O Brasil superou os Estados Unidos, que detêm 6,8% dos aportes globais feitos pelos chineses, seguido da Guiana com 5,7%, Indonésia com 5,4% e Cazaquistão com 4,4%.

Do ponto de vista setorial, houve uma mudança relevante na composição dos aportes.

Segundo a CEBC, o setor de eletricidade manteve a liderança em termos de valor, com forte concentração em projetos de energia renovável e transmissão, mas os investimentos em mineração mais que triplicaram, atingindo sua maior participação histórica.

Foto: Divulgação



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