Endividamento do grupo vem se agravando. A empresa diz ainda que tem tentado negociar com os credores da Tok&Stok, mas que “o alto endividamento do grupo persiste e vem se agravando”. O pedido de recuperação judicial relata dívidas de R$ 1,1 bilhão.
Pedido visa viabilizar a continuidade das atividades, diz a empresa. “O objetivo é resguardar a empresa e suas controladas, e viabilizar a continuidade de suas atividades e preservar os serviços por elas prestados”, diz a empresa. O pedido foi ajuizado na Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível do Estado de São Paulo, sob segredo de Justiça.
Milhões bloqueados
Situação da empresa se agravou após bloqueio de R$ 77 milhões por uma instituição de pagamentos. Conforme o pedido de recuperação judicial a que o UOL teve acesso, a situação financeira da Toky se agravou drasticamente depois que a instituição de pagamentos SRM bloqueou um total de R$ 77 milhões das empresas do grupo.
A Toky afirma que o bloqueio é “extremamente superior aos débitos vencidos”. Segundo a empresa, o valor efetivamente vencido é de R$ 1,3 milhão. A Toky diz que encaminhou e-mails de contestação e notificações extrajudiciais à SRM, para restabelecer “o fluxo regular dos repasses”, mas não teve sucesso.
Bloqueios têm potencial de inviabilizar o negócio “em curtíssimo prazo”, diz a Toky. “É evidente que a manutenção das constrições promovidas pela SRM possui potencial concreto de inviabilizar, em curtíssimo prazo, a continuidade das atividades empresariais das requerentes e esvaziar completamente o resultado útil deste processo recuperacional“, diz o pedido de recuperação judicial.












