
A sardinha, inclusive na versão enlatada, aparece entre os alimentos mais recomendados por especialistas em nutrição por reunir nutrientes importantes e baixo custo. Estudos citados pelos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH) apontam que uma única lata pode fornecer toda a necessidade diária de ômega-3, além de proteínas, cálcio, vitamina D e magnésio.
O primeiro motivo é a alta concentração de ômega-3, associado à redução dos triglicerídeos e ao menor risco de doenças cardíacas. O segundo está na proteína de alta qualidade: uma lata pode fornecer até 22,6 gramas de proteína com cerca de 200 calorias. O terceiro destaque é a presença de cálcio, magnésio e vitamina D, importantes para fortalecimento ósseo e funcionamento muscular.
Segundo especialistas, as espinhas presentes nas sardinhas enlatadas concentram cálcio de fácil absorção. O peixe ainda apresenta baixo teor de mercúrio em comparação com espécies maiores. “A maioria das pessoas não nasce gostando de sardinhas, é preciso aprender a comê-las”, declarou o professor Jorge Monserrate.











