Pix: Brasil diz aos EUA que sistema não ameaça empresas


Os Estados Unidos e o Brasil mantêm uma relação comercial robusta e crescentemente benéfica, incluindo um superávit comercial de bens dos EUA com o Brasil em 2024 Resposta do Brasil ao escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos

Tarifas e investigação

O USTR (Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos) concluiu uma investigação aberta em julho de 2025 e classificou como “irrazoáveis!” práticas do Brasil. Com isso, o órgão colocou em consulta pública um pacote de “medidas corretivas” que inclui tarifa de 25% sobre bens importados do país, com uma lista de isenções.

Representante comercial dos EUA, Jamieson Greer disse que as conversas com o governo brasileiro se intensificaram, mas não resolveram os pontos levantados. “Ao longo do último ano, o presidente Trump e eu tivemos várias reuniões construtivas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o seu gabinete, que se intensificaram nas últimas semanas. Contudo, continuamos a ter divergências substanciais na resolução das questões identificadas nesta investigação”, afirmou Greer.

Lista de exceções inclui itens que o governo americano considera estratégicos ou com oferta doméstica insuficiente. O documento cita, entre outros, materiais informativos e doações, além de produtos como algumas carnes, frutas, minerais, café, chá, especiarias, cereais, sementes e fertilizantes; aeronaves e peças, terras raras, químicos orgânicos e farmacêuticos também aparecem entre os isentos.

Relatório do USTR reúne críticas em frentes que vão de decisões judiciais envolvendo plataformas digitais a regras de pagamento eletrônico. O órgão afirma que houve ordens sigilosas para remoção de conteúdo político e suspensão de perfis, além de punições como multas e restrições a ativos; também aponta suposto favorecimento a concorrentes locais em pagamentos.



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