As forças de segurança do Amazonas deflagaram uma operação contra uma quadrilha que responde por agiotagem, extorsão e lavagem de dinheiro, além de homicídios e outros crimes hediondos praticados para a manutenção da atividade criminosa. Foram presas 20 pessoas, na última quarta-feira (20), e uma série de armas foram apreendidas. Mas algumas delas chamaram a atenção: três espadas e um pequeno machado ornamentados com estética medieval estavam entre os itens.
— Aqui, nós temos armas de fogo, nós temos espadas, nós temos também mídias em geral, computadores, celulares. Nós vamos fazer uma avaliação acerca de todo esse material para, justamente, averiguar se ainda há outros alvos a serem incluídos nessa investigação, porque nós temos consciência de que a investigação não para por aí e vem a segunda fase (dessa investigação) — avalia o delegado do 20º Distrito Integrado de Polícia (DIP), responsável pela investigação, Fernando Bezerra.
A operação foi batizada de “Covil do Mamon” e prendeu dois policiais militares em Santa Catarina. Foram cumpridos também 31 mandados de busca e apreensão de 42 veículos, além do bloqueio judicial de contas bancárias e suspensão das atividades de sete pessoas jurídicas.
— A Polícia Civil realizou mais uma investigação qualificada para combater dois núcleos de organizações criminosas, que estavam voltadas para auferir lucro através de extorsão e agiotagem. Essa operação foi coordenada pelo Departamento de Polícia Metropolitana. O núcleo operacional, o núcleo financeiro e o núcleo mandatário dessas organizações foram presos e responderão por uma série de crimes — afirmou o delegado-geral da PC-AM, Bruno Fraga.













