
Publicado às 21h26
Notícias corporativas
A Cyrela (CYRE3) divulgou nesta segunda-feira, 13, a prévia operacional do segundo trimestre (2T26). A companhia lançou 20 empreendimentos no trimestre, totalizando um volume de R$ 3,840 bilhões, ao se excluir as permutas, e tomando como base apenas o %CBR, 34% superior ao mesmo período do ano anterior e 120% acima do 1T26.
No semestre, os lançamentos foram de R$ 5,58 bilhões comparados a R$ 6,24 bilhões em 2025. Do VGV lançado no trimestre, 93% serão reconhecidos via consolidação e 7% via método de equivalência patrimonial.
Considerando a visão 100%, e ao se incluir as permutas, o volume lançado no 2T26 foi de R$ 4,96 bilhões, 20% superior ao mesmo período do ano anterior e 105% acima do 1T26.
As permutas nos lançamentos foram R$ 106 milhões no 2T26 vs. R$ 195 milhões no 2T25 e R$ 38 milhões no 1T26.
A participação da companhia nos lançamentos do trimestre atingiu 79%, acima do 2T25 (73%) e superior ao 1T26 (73%). Do VGV lançado no trimestre, 84% serão reconhecidos via consolidação e 16% via método de equivalência patrimonial. No semestre, o VGV de lançamentos atingiu R$ 7,39 bilhões, sendo 18% inferior ao mesmo período de 2025.
Ao se excluir as permutas e tomando como base apenas o %CBR, o volume de vendas líquidas contratadas neste trimestre somou R$ 2,561 bilhões no 2T26, 14% superior ao mesmo período do ano anterior e 18% acima do 1T26.
As vendas líquidas do trimestre serão 91% reconhecidas via consolidação e 9% via método de equivalência patrimonial. No semestre, as vendas contratadas atingiram R$ 4.726 milhões, sendo 9% superiores ao mesmo período de 2025.
Das vendas líquidas realizadas no trimestre, R$ 278 milhões se referem à venda de estoque pronto (11%), R$ 1,053 bilhão à venda de estoque em construção (41%) e R$ 1,231 bilhão à venda de lançamentos (48%). Dessa forma, a Cyrela atingiu uma velocidade de vendas (VSO) de lançamentos de 32% no trimestre.
Ao se incluir as permutas e tomando como base a visão 100%, as vendas líquidas contratadas neste trimestre somaram R$ 3,467 bilhões, 6% acima do valor registrado no 2T25 e 18% superiores ao 1T26.
Os resultados operacionais apresentados estão sujeitos à revisão da auditoria.
A Bradsaúde (SAUD3) divulgou nesta segunda-feira, 13, que a Atlântica Hospitais, sociedade controlada indiretamente pela Bradsaúde voltada ao investimento em hospitais, após o implemento das respectivas condições suspensivas, concluiu o fechamento da transação pela qual foram incluídos na parceria “Atlântica D’Or” determinados ativos imobiliários de propriedade do grupo Rede D’Or (RDOR3) visando a construção e futura operação de um hospital no bairro de São Conrado, na cidade do Rio de Janeiro, cuja gestão médica ficará sob a responsabilidade da Rede D’Or.
Será mantida a estrutura societária existente da parceria, com participação de 50,01% para a Rede D’Or e 49,99% para Atlântica.
“A expansão da parceria com a Rede D’Or está alinhada com a estratégia da Atlântica de investir na cadeia de valor do setor de saúde por meio de parcerias com players estabelecidos na operação de hospitais, reforçando o papel da Bradsaúde de consolidadora do ecossistema de saúde da Organização Bradesco”, afirmou a companhia em um comunicado.
A Eztec (EZTC3) divulgou após o fechamento do mercado nesta segunda-feira, 13, a prévia operacional do segundo trimestre de 2026 (2T26).
No 2T26, a companhia registrou vendas brutas de R$ 675 milhões e vendas líquidas de R$ 578 milhões, alta de 21% e 18,2%, na comparação anual.
No primeiro semestre, a companhia atingiu o maior volume de vendas semestrais de sua história: R$ 1,43 bilhão em vendas brutas e R$ 1,275 bilhão em vendas líquidas, crescimento de 48% e 47% respectivamente em relação ao primeiro semestre de 2025.
A Eztec lançou três empreendimentos no segundo trimestre, somando um valor geral de venda (VGV) potencial de R$ 773 milhões, alta de 57,8% em relação ao mesmo trimestre de 2025.
A agência de classificação de risco Fitch afirmou nesta segunda-feira, 13, o rating nacional de longo prazo ‘AA-(bra)’ da Intelbras (INTB3). A perspectiva é “estável”.
A agência destacou que o rating da Intelbras reflete sua forte posição de negócios no Brasil, apoiada pela produção de equipamentos eletrônicos nos segmentos de segurança, tecnologia da informação e comunicação e energia.
Também comenta que a companhia possui uma carteira diversificada, o que mitiga oscilações na rentabilidade e na geração de caixa. A classificação também incorpora a reduzida alavancagem e a robusta liquidez da Intelbras – fatores cruciais para o perfil de crédito.
A Fitch afirma ainda que a classificação é limitada pelo risco de obsolescência inerente ao setor de produtos eletrônicos e pela exposição da rentabilidade às oscilações do câmbio e dos preços das principais matérias-primas, bem como pelo porte mediano da empresa, que a expõe à concorrência de grandes pares globais. Além disso, mudanças em benefícios fiscais, incluindo tarifas de importação, podem afetar de forma relevante a competitividade e as margens operacionais da Intelbras.
A Frasle (FRAS3) anunciou nesta segunda-feira, 13, que seu conselho de administração aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP). O montante a ser pago é de R$ 69.771.130,19 e corresponde ao valor bruto de R$ 0,251577 por ação.
Os acionistas serão remunerados nas proporções de suas participações no capital social da companhia, no valor líquido de R$ 0,213840 por ação, já deduzido o imposto de renda na fonte de 15%, ressalvadas exceções legais.
Terão direito ao recebimento dos JCP todos os acionistas titulares de ações da companhia na base acionária de 16 de julho de 2026. As ações serão negociadas “ex-direito” ao JCP a partir de 17 de julho. No dia 24 de agosto de 2026, será iniciado o pagamento.
A construtora PDG (PDGR3) divulgou nesta segunda-feira, 13, que seu conselho de administração aprovou a destituição de Mauricio Tiso de Souza dos cargos de diretor presidente e diretor de relações com investidores.
Em substituição, foi aprovada, com efeitos imediatos, a eleição de Roberto Giarelli, atual diretor vice-presidente financeiro da companhia, que, então, passará a acumular também os cargos de diretor presidente e diretor de relações com investidores da PDG.
O executivo tem mais de 25 anos de experiência profissional no setor bancário, com atuação no Brasil, Itália, França e Argentina, atuando na gestão de empresas no Brasil desde 2004 e ocupa cargos de direção na PDG desde 2017.
Agenda de proventos desta terça, 14:
A Moura Dubeux realiza nesta terça-feira, 14 de julho, o pagamento da 3ª parcela e da 4ª parcela de dividendos, no montante de R$ 100 milhões, referente a parte do montante total de dividendos que foi declarado pela companhia no dia 29 de dezembro de 2025. A construtora efetuará o pagamento dos dividendos no valor total de R$ 1,18367018554 por ação ordinária (correspondente à soma da 3ª e 4ª parcelas), com base na posição acionária de 30 de dezembro de 2025 (inclusive).
A Lojas Renner inicia a partir desta terça-feira, 14, o pagamento de juros sobre o capital próprio anunciados em 18 de junho no valor bruto de R$ 0,22 por ação. Tem direito acionistas da companhia detentores de ações em 23 de junho de 2026. Desde 24 de junho (inclusive), as ações da varejista são negociadas “ex-JCP”.
A CSU Digital inicia na terça-feira, 14, o pagamento de R$ 7,1 milhões em juros sobre capital próprio relativos ao 2º trimestre de 2026 (2T26). O valor bruto por ação é de R$ 0,17. Tem direito quem detinha ações da companhia em 2 de julho. As ações passaram a ser negociadas ex-JCP desde 3 de julho. O início do pagamento será a partir de 14 de julho de 2026.
A data de corte para ter direito aos JCP do Banco Pine, anunciados em 7 de julho, é nesta quarta, 14. A partir de 15 de julho as ações de emissão da companhia serão negociadas “ex” direitos a juros sobre capital próprio. O valor bruto total é de R$ 69 milhões. Essa quantia corresponde a um valor bruto de R$ 0,27 por cada ação ordinária e cada ação preferencial. O crédito dos juros sobre o capital próprio ocorrerá em 22 de julho de 2026.












