
Do ATUAL
MANAUS — “Não há mais espaço para coronel de barranco”. A declaração foi feita pelo ex-governador do Amazonas Wilson Lima (União Brasil), que é pré-candidato a senador, ao criticar adversários políticos, nesta quinta-feira (16), durante evento ao lado do governador Roberto Cidade (União Brasil) e de aliados, no bairro Jorge Teixeira, zona leste de Manaus.
“Na cabeça deles, eles só conseguem construir a história deles atacando, desconstruindo e pisando em alguém. O Estado do Amazonas não tem mais espaço para a arrogância, para a prepotência, para coronel de barranco. Essa época já passou”, afirmou.
Wilson também relembrou a eleição de 2018, que classificou como politicamente “improvável”, ao afirmar que enfrentava um grupo político “muito poderoso”, comparado por ele ao carvão.
“Nós lutávamos contra um grupo muito poderoso, um grupo que é igual carvão: quando não está queimando, está sujando”, disse.
Em 2018, Wilson Lima foi eleito governador com 59,35% dos votos válidos (981.929 votos), derrotando Amazonino Mendes no segundo turno. Em 2022, foi reeleito com 56,65% dos votos válidos (1.039.192 votos).
Segundo o ex-governador, o Amazonas vive um novo momento político e administrativo. Por isso, defendeu a continuidade da gestão de Roberto Cidade.
“É momento de dar espaço para que a gente continue fazendo as transformações que precisam ser feitas. É por isso que o Roberto Cidade precisa continuar sendo governador deste Estado, para que a gente possa avançar em políticas públicas”, afirmou.
Wilson também elogiou o aliado, dizendo que Cidade é “jovem, tem capacidade de dialogar e trazer a harmonia que o Estado tanto precisa”.
“Enquanto eu fui governador e ele presidente da Assembleia, vivemos os melhores momentos de tranquilidade neste Estado. Isso foi importante porque pudemos cuidar daquilo que era essencial e fundamental”, declarou.
Ao encerrar o discurso, o ex-governador voltou a associar os adversários à “velha política”.
“Vamos continuar o novo momento que o Estado do Amazonas está vivendo. Não tem mais espaço para a velha política. O tempo deles já passou e o Estado do Amazonas vive um novo momento”, afirmou.













