Manaus/AM – Entre a dor e a esperança, um relato marcou o Festival de Parintins neste fim de semana. Em meio à celebração da cultura amazônica, o venezuelano Lenin Ernesto Hernandez, de 45 anos, viveu um contraste profundo ao participar da festa enquanto acompanha, à distância, os impactos de um terremoto que atingiu sua cidade natal há poucos dias.
“Eu tenho o coração partido hoje, porque minha cidade teve um terremoto faz três dias atrás, quando eu estava vindo para Manaus”, contou. “Mas minha família está muito bem demais, graças a Deus”, completou. “Isso não impediu minha viagem para Parintins, e eu estou aqui no festival”, afirmou.
Morador do Brasil há cinco anos, Leni relatou sua trajetória no país e os estudos em Manaus. “Já estou aqui há cinco anos”, disse. “Já fui para faculdade em Unibrasil”, explicou. “Agora estou fazendo pedagogia e matemática na UNITEL”, acrescentou.
Ao falar sobre o festival, ele destacou a experiência e o clima amazônico. “O calor amazônico é um calor que não existe no mundo”, afirmou. “Manaus é muito abafada, mas é preciso conhecer a Amazônia”, disse. “A Amazônia é uma região acolhedora demais”, completou. “Se você não conhece o Festival de Parintins, venha conhecer”, concluiu.













