A Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM) recebeu representantes da Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas Não Alcoólicas (ABIR) para uma reunião institucional voltada ao debate sobre a competitividade do polo de concentrados da Zona Franca de Manaus (ZFM). O encontro reuniu lideranças do setor industrial e representantes de empresas do segmento de bebidas, reforçando a importância estratégica do polo para a economia do Amazonas e do Brasil.
Durante a reunião, foram discutidos os principais desafios enfrentados pelo setor, com destaque para questões fiscais, logísticas e regulatórias que impactam diretamente a competitividade das indústrias instaladas na ZFM. Os participantes ressaltaram a necessidade de segurança jurídica, previsibilidade nas regras e fortalecimento do ambiente de negócios como fatores essenciais para a manutenção de investimentos e geração de empregos na região.
O polo de concentrados da Zona Franca de Manaus é considerado um dos mais relevantes do modelo industrial amazônico, sendo responsável pela produção de insumos utilizados por fabricantes de bebidas em todo o país, incluindo concentrados, extratos e xaropes. Além de movimentar a cadeia industrial, o segmento contribui para a valorização de matérias-primas regionais, como o guaraná, fortalecendo a integração entre indústria, agricultura e biodiversidade amazônica.
Representantes da FIEAM destacaram o papel da entidade como articuladora institucional na defesa dos interesses do setor produtivo do Amazonas, atuando junto a entidades nacionais e órgãos governamentais para garantir a competitividade e a sustentabilidade do modelo da Zona Franca de Manaus. Já a ABIR reforçou a importância do diálogo permanente com o setor industrial local, apontando o polo de concentrados como estratégico para a indústria brasileira de bebidas.
O encontro reafirmou o compromisso das entidades em manter uma agenda conjunta de debates e articulações, com o objetivo de assegurar a continuidade dos investimentos, o fortalecimento da indústria local e a preservação da relevância econômica da Zona Franca de Manaus no cenário nacional.












