Atividade de preparação de selva ocorreu na cidade de Zanderij, no Suriname. Foto: Reprodução/CMA
No intuito de capacitar militares para operações em ambiente de selva, o Exército Brasileiro realizou, entre 4 a 8 de julho, o Programa de Treinamento em Operações na Selva na República do Suriname, país vizinho da América do Sul. Por meio da 22ª Brigada de Infantaria de Selva, a atividade reuniu participantes do Exército, da Marinha e da Polícia Militar do Suriname para essa especialização, juntamente com o Comando de Fronteira Amapá e 34º Batalhão de Infantaria de Selva.
As instruções foram realizadas na Base de Instrução Ayoko Kazerne, situada na cidade de Zanderij, e abordaram temas como o ambiente operacional amazônico, emprego de drones, orientação avançada, Atendimento Pré-Hospitalar Tático (APHT), tiro rápido básico, tiro avançado de combate, técnicas de ação imediata, infiltração orientada, movimento tático , técnicas de ação no objetivo, exploração tática de cena, além do planejamento e da condução de operações.
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O programa foi encerrado com uma cerimônia de entrega de certificados, presidida pelo Adido de Defesa, Naval e do Exército Brasileiro na República do Suriname. O evento contou com a participação do comandante do Exército Surinamês, Tenente-Coronel Menig, além de autoridades militares locais.
A atividade integra o programa regular de cooperação bilateral entre o Exército Brasileiro e as Forças Armadas do Suriname.
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Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS)
O Exército Brasileiro realiza a preparação de militares para operações em ambiente de selva no Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), localizado em Manaus (AM), desde 1966. A atividade tem duração de 12 semanas e os conhecimentos desenvolvidos são compartilhados por meio de intercâmbios com Forças Armadas de Nações Amigas, no contexto das atividades de diplomacia militar.
A formação é uma das especialidades mais reconhecidas internacionalmente do Exército Brasileiro. Desenvolvida com base na experiência adquirida ao longo de décadas de atuação na Amazônia, ela reúne conhecimentos sobre sobrevivência, mobilidade, logística, navegação, liderança e emprego de tecnologias em um ambiente operacional de elevada complexidade.
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*Com informações do CMA













