MPF reforça investida contra projeto de potássio no Amazonas


O Ministério Público Federal reforçou na Justiça Federal o pedido para anular as licenças do Projeto Potássio Autazes e suspender as atividades de pesquisa e exploração mineral no Amazonas.

O órgão sustenta que o licenciamento deveria ser conduzido pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, e não pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas, por envolver área próxima à Terra Indígena Jauary, em Autazes.

Segundo o MPF, houve descumprimento do direito à consulta livre, prévia e informada do povo Mura, previsto na Convenção 169 da OIT.

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Laudos apontam falhas

Laudos periciais anexados ao processo em 2025 identificaram irregularidades ambientais e falhas no processo de consulta às comunidades indígenas.

A ação civil pública envolve a empresa Potássio do Brasil, o Ipaam e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas.

O MPF também aponta interferência da mineradora dentro das aldeias para obter apoio ao empreendimento.

A Justiça Federal ainda não decidiu sobre o pedido de paralisação do projeto.

Saiba mais em g1.

Foto: divulgação



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