Ao receber instruções e correções nas atividades, ele nem sempre as assimila e as cumpre rapidamente.
Em um exemplo dado à reportagem, o treinador o orienta para dominar uma bola em vez de arrematar de primeira. Ao ouvir a instrução, o jogador aceita e concorda. Em uma jogada seguinte, similar, ele repete a mesma jogada que tinha sido corrigida e chuta de primeira.
Pessoas ligadas ao estafe do atacante defendem que o impacto dele em campo mostra que a parte tática e sem a bola não é um problema no seu jogo.
A comissão técnica não considera a postura problemática ou fora do normal. Para o italiano e seus assistentes, são etapas naturais na evolução de um jogador muito jovem e extremamente talentoso.
Ainda assim, esperam evolução na consciência e posicionamento tático para que ele tenha oportunidade de ter maiores impactos no Mundial.
O Brasil volta a campo pela Copa do Mundo na sexta-feira, dia 19, diante do Haiti, na Filadélfia.
Colaborou Danilo Lavieri, em Nova Jersey













