Algumas mulheres apresentam poucos sintomas, mas eles são tão incômodos que comprometem o sono, o trabalho e o bem-estar. Outras convivem com manifestações mais numerosas, porém menos impactantes.
Por isso, a indicação não se baseia apenas na quantidade ou na intensidade dos sintomas, mas principalmente no efeito que eles exercem sobre a rotina e a qualidade de vida.
Nem toda terapia hormonal é igual
Quando se fala em reposição hormonal, muita gente imagina um único tratamento. Mas existem diferentes abordagens.
A terapia pode ser sistêmica, atuando em todo o organismo, ou local, voltada principalmente para sintomas genitais e urinários. Também há diferenças na composição hormonal e na forma de administração, que pode incluir comprimidos, géis ou adesivos.
Mulheres que retiraram o útero geralmente recebem apenas estrogênio. Já aquelas que mantêm o órgão precisam associar um progestagênio para proteger o endométrio (tecido que recobre o útero) e reduzir o risco de câncer nessa região. Outras substâncias utilizadas são a tibolona e a testosterona, em doses compatíveis com o organismo feminino.













