Então o carro deixou de ser importado e, quando voltou, com leve reestilização, veio mais fraco, com apenas 184 cv. Além disso, teve a tração integral por demanda substituída pela dianteira. Houve decepção, e o consumidor não aceitou o produto tão bem quanto a versão anterior.
Até porque, globalmente, a nova geração já era conhecida, e estava à venda na Europa. Faltava apenas começar a ser produzida no México para chegar ao Brasil. Assim, quando finalmente veio, encontrou uma demanda reprimida de consumidores que aguardavam ansiosamente a chegada do produto. Agora, é observar se, após esse primeiro período, o VW consegue manter o ritmo.
Méritos do Tiguan

Mas é claro que, para agradar o consumidor que o aguardava, o Tiguan veio com muitos méritos. A tração 4×4 voltou. O desempenho é fundamental e, desta vez, temos um carro com motor 2.0 de 272 cv de potência. Ou seja: ainda mais forte do que antes. De 0 a 100 km/h, são pouco mais de 7 segundos.
Além disso, o Tiguan se encaixa perfeitamente ao perfil daquele consumidor que valoriza a boa e velha dirigibilidade alemã, marcada por respostas mais precisas de direção e ajuste de suspensão que não deixa o carro “anestesiado”. Nos chineses, o ajuste é mais mole e o prazer ao dirigir não é prioridade.













