*A Anthropic insistiu em “travas” para impedir dois usos: armas totalmente autônomas e vigilância doméstica (monitoramento de cidadãos dentro do próprio país).
*O Pentágono pressionou por uma formulação mais ampla, pedindo que os modelos pudessem ser usados para todos os usos legais – uma expressão que, na prática, abre margem para muita coisa.
*Nos emails, Michael disse que as travas propostas eram “inviáveis” e deu mais uma chance para a Anthropic se alinhar a “princípios centrais” antes de as partes romperem.
*Amodei rebateu que o padrão de “todos os usos legais” não serviria porque a lei dos EUA permite vigilância doméstica; e disse que a linguagem proposta pelo Pentágono parecia “remover completamente” as linhas vermelhas da empresa.
*No dia seguinte, o secretário de Defesa, Pete Hegseth, classificou a Anthropic como “risco para a cadeia de suprimentos”, um rótulo que costuma ser usado em casos ligados a adversários estrangeiros, e que transformou a negociação em disputa judicial.
*A atuação de Emil Michael também virou alvo de escrutínio após divulgações financeiras indicarem que ele tinha ações da xAI, rival da Anthropic, além de outros investimentos em empresas de IA.












