A exploração de petróleo na Foz do Amazonas é considerada estratégica pela Petrobras, mas enfrenta forte resistência de órgãos ambientais e entidades da sociedade civil. O tema ganhou repercussão nacional após o vazamento registrado em 2026, intensificando o debate sobre os riscos da atividade em uma região de alta biodiversidade e relevância sociocultural.












